terça-feira, 27 de agosto de 2013

Circo Artificial

Teatro falado
Filme escrivado
Ambos concretizados.

No papel a experiencia
Ou a imaginação de ter tido tal
Expressão.

Olhar triste ou alegre
Vai da cabeça de quem a profere.

Engraçado este submundo tão próximo,
Chamado criação.
Onde se diz não a poluição, e a banalização.

A mente viaja quando se encontra com a redonda esferografica.
Doçura ácida.
Fim d'um circulo de duas bolas
Interligadas como argolas.
Francine Manzo Maschio

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Manifesto

Se chove la fora, chove aqui dentro
O pinga pinga que te incomoda
Os meus estudos atormenta
Será que não vê?

Tudo o que ele queria era uma infraestrutura melhó.
Tudo o que o outro deu foi a tropa de choque sem dó.
A conversa, não tem não sinhô.

Tudo o que ele escuta é silencie-se.
Ele está sendo reprimido,
Tem que se foder mesmo, 
Diz a voz do contrario.

Cães do governo eles são,
Escudo, farda, e porrete na mão.
Vai me prender?
Desacatou a autoridade.

Que autoridade é essa que age sem pensar?
Só sabe mandar! Gritou.
Lá vai ele apanhar.

Realidade que vive
Atormenta as famílias de filhos que saem pra lutar
Educação de qualidade e paridade! Faltou..

Não to entendendo,
Foi preso.

Vergonha e desprezo.
Ele filho de descaso, 
O mundo em desespero.

Não se calou e nunca se calará
A mão que te bate,
Um dia apanhará.
Francine Manzo Maschio.