Teatro falado
Filme escrivado
Ambos concretizados.
No papel a experiencia
Ou a imaginação de ter tido tal
Expressão.
Olhar triste ou alegre
Vai da cabeça de quem a profere.
Engraçado este submundo tão próximo,
Chamado criação.
Onde se diz não a poluição, e a banalização.
A mente viaja quando se encontra com a redonda esferografica.
Doçura ácida.
Fim d'um circulo de duas bolas
Interligadas como argolas.
Francine Manzo Maschio
terça-feira, 27 de agosto de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Manifesto
Se chove la fora, chove aqui dentro
O pinga pinga que te incomoda
Os meus estudos atormenta
Será que não vê?
Tudo o que ele queria era uma infraestrutura melhó.
Tudo o que o outro deu foi a tropa de choque sem dó.
A conversa, não tem não sinhô.
Tudo o que ele escuta é silencie-se.
Ele está sendo reprimido,
Tem que se foder mesmo,
Diz a voz do contrario.
Cães do governo eles são,
Escudo, farda, e porrete na mão.
Vai me prender?
Desacatou a autoridade.
Que autoridade é essa que age sem pensar?
Só sabe mandar! Gritou.
Lá vai ele apanhar.
Realidade que vive
Atormenta as famílias de filhos que saem pra lutar
Educação de qualidade e paridade! Faltou..
Não to entendendo,
Foi preso.
Vergonha e desprezo.
Ele filho de descaso,
O mundo em desespero.
Não se calou e nunca se calará
A mão que te bate,
Um dia apanhará.
Francine Manzo Maschio.
O pinga pinga que te incomoda
Os meus estudos atormenta
Será que não vê?
Tudo o que ele queria era uma infraestrutura melhó.
Tudo o que o outro deu foi a tropa de choque sem dó.
A conversa, não tem não sinhô.
Tudo o que ele escuta é silencie-se.
Ele está sendo reprimido,
Tem que se foder mesmo,
Diz a voz do contrario.
Cães do governo eles são,
Escudo, farda, e porrete na mão.
Vai me prender?
Desacatou a autoridade.
Que autoridade é essa que age sem pensar?
Só sabe mandar! Gritou.
Lá vai ele apanhar.
Realidade que vive
Atormenta as famílias de filhos que saem pra lutar
Educação de qualidade e paridade! Faltou..
Não to entendendo,
Foi preso.
Vergonha e desprezo.
Ele filho de descaso,
O mundo em desespero.
Não se calou e nunca se calará
A mão que te bate,
Um dia apanhará.
Francine Manzo Maschio.
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